Adoramos a violência..nos esportes de luta, nos vídeo-games, no vizinho, no bar alheio, nos filmes, nas novelas e em tanto outros lugares que não a nossa casa...
Daí quando ela chega, achamos o fim do mundo, e é verdade...é o fim do nosso mundo, do nosso sossego, da nossa paz e tranquilidade.
Ficamos tão acostumados com a violência alheia escancarada pela televisão, jornais, internet que viram rotina na nossa vidas: nossa como o mundo está violento! nossa, você viu o que aconteceu com fulano? Vc viu a notícia da briga de trânsito que deu no jornal das..?
Mas quando ela bate às nossas portas, paramos para pensar o quanto o sistema é frágil, o quanto somos frágeis e nossa vida está a mercê de tudo quanto é violência.
Mas não éramos nós que estávamos aplaudindo, no fundo do coração torcendo, vibrando e nos satisfazendo com a violência alheia?
Não somos nós que entramos nos nossos carrões como se fossem blindados e lá dentro decidimos que tudo que está do outro lado é mais frágil e inferior por isso deve ser 'superado'? Seja a faixa de pedestre, o sinal quase vermelho ou até mesmo o animal que na sua ignorância se aventura à nossa frente? Até mesmo por cima de rotatórias passamos ao invés de contorná-las...
E assim vamos vivendo dentro da bolha da ignorância, presenciando a violência, achando-a comum, repassando isso aos outros mas achando o fim do mundo quando a mesma bate à nossa porta...
Daí quando ela chega, achamos o fim do mundo, e é verdade...é o fim do nosso mundo, do nosso sossego, da nossa paz e tranquilidade.
Ficamos tão acostumados com a violência alheia escancarada pela televisão, jornais, internet que viram rotina na nossa vidas: nossa como o mundo está violento! nossa, você viu o que aconteceu com fulano? Vc viu a notícia da briga de trânsito que deu no jornal das..?
Mas quando ela bate às nossas portas, paramos para pensar o quanto o sistema é frágil, o quanto somos frágeis e nossa vida está a mercê de tudo quanto é violência.
Mas não éramos nós que estávamos aplaudindo, no fundo do coração torcendo, vibrando e nos satisfazendo com a violência alheia?
Não somos nós que entramos nos nossos carrões como se fossem blindados e lá dentro decidimos que tudo que está do outro lado é mais frágil e inferior por isso deve ser 'superado'? Seja a faixa de pedestre, o sinal quase vermelho ou até mesmo o animal que na sua ignorância se aventura à nossa frente? Até mesmo por cima de rotatórias passamos ao invés de contorná-las...
E assim vamos vivendo dentro da bolha da ignorância, presenciando a violência, achando-a comum, repassando isso aos outros mas achando o fim do mundo quando a mesma bate à nossa porta...
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